sábado, 8 de junho de 2013

Sugestões de leitura

Postei algumas sugestões de leituras muito instigantes na página Livros.
São obras literárias que vão auxiliar na pesquisa e formação ideológica sobre a Monarquia Brasileira.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Ordens honoríficas do Brasil - Parte 2

Dando continuidade às postagens sobre as ordens honorificas do Brasil Império, hoje será a vez da Ordem Imperial de Cristo


Imperial Ordem de Cristo

Imperial Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo é uma antiga ordem honorífica brasileira, originada a partir da portuguesa Ordem Militar de Cristo, a qual por sua vez remonta à medieval Ordem de Cristo. Foi a segunda ordem imperial brasileira com mais titulares, logo atrás da Imperial Ordem da Rosa, e premiava tanto militares quanto civis.
O caráter religioso da Ordem residia também na necessidade da propagação e manutenção da Religião de Cristo a fim de “trazer a fé católica os idólatras e gentios” que em grande número ainda existiam no país.
A Ordem de Cristo foi a condecoração mais concedida por D. João no Brasil: 3635 hábitos, 442 comendas e 7 grã-cruzes num total de 4084 mercês. Já durante o reinado de D. Pedro I foram 2630 as ordens concedidas.
A chancelaria que cuidava dos registros da ordem pertencia ao Ministério do Império. Destituiu-se de seu caráter religioso por meio de decreto de 9 de setembro de 1843. Foi extinta após a proclamação da república, juntamente com a maioria das ordens imperiais.



Características 

Insígnia 


Grã-cruz

  • Anverso: estrela branca de cinco pontas bifurcadas e maçanetadas, assentada sobre guirlanda de ramos de café e fumo, pendente de coroa imperial. Ao centro, medalhão redondo branco, com cruz da Ordem de Cristo, bordada d'ouro.

Fita e banda


De cor vermelha, com duas orlas azuis.

Graus 


  1. Grã-cruz
  2. Dignitário
  3. Comendador
  4. Oficial
  5. Cavaleiro

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Ordens honoríficas do Brasil Império - Parte 1

Durante os próximos dias vou fazer um post sobre as ordens honoríficas existentes no Brasil Império. Começando com a Imperial Ordem de São Bento de Avís.


Imperial Ordem de São Bento de Avís


Imperial Ordem de São Bento de Avís é uma antiga ordem militar brasileira, originada a partir da portuguesa Ordem Militar de Avís, a qual por sua vez remonta à medieval Ordem de São Bento de Avís. Essa ordem medieval foi aparentemente originada na Espanha, a partir da Ordem de Calatrava; outra teoria informa ter-se originado em Portugal no século XII, sob D. Afonso Henríquez.

A chancelaria que cuidava dos registros da ordem brasileira pertencia ao Ministério do Império. Destituiu-se seu caráter religioso por meio de Decreto de 9 de setembro de 1843. Foi mantida após a proclamação da República, juntamente com a Imperial Ordem do Cruzeiro, por determinação do Marechal Deodoro da Fonseca, pelo decreto n.º 227 F de 22 de março de 1890. Até sua extinção definitiva, por meio da Constituição de 1891, chegou da Fonseca a distribuir as ordens de Avís e do Cruzeiro a 724 pessoas.


Pelo decreto n.º 4328 de 15 de novembro de 1901, criou-se uma medalha honorífica que leva seu nome, reservada a condecorar militares brasileiros das três armas. Também, a Ordem do Mérito Militar, criada por decreto n.º 24660 de 11 de junho de 1934, apresenta a cruz florenciada em referência à Imperial Ordem de Avís.



Características


Insígnia 

Grã-cruz
  • Anverso: estrela branca de cinco pontas bifurcadas e maçanetadas, assentada sobre guirlanda de ramos de café e fumo, pendente de coroa imperial. Ao centro, medalhão redondo branco, com cruz florenciada, de verde, bordada d'ouro.

Fita e banda


De cor verde, com duas orlas brancas.

Graus



  • Grã-cruz
  • Dignitário
  • Comendador
  • Oficial
  • Cavaleiro


Titulares





terça-feira, 4 de junho de 2013

Tira dúvidas sobre a Monarquia

Aqui vai uma serie de perguntas frequentes sobre a Monarquia e suas respostas:

1) Por que colocar uma pessoa no poder que irá governar sem ser eleita pelo povo ?
A proposta do movimento monarquista é implantar a Monarquia Parlamentarista onde o Imperador é o Chefe de Estado, representando a Nação e supervisionando os demais Poderes enquanto quem administra e governa o país é o Primeiro-Ministro.

2) Quais são os países atualmente que são Monarquias Parlamentaristas ?
Na América, existem o Canadá e a Jamaica, além de outras ex colônias britânicas no Caribe; na Oceania, a Austrália e a Nova Zelândia; no Oriente, o Japão; na Europa, a Espanha, o Reino Unido, Suécia, Noruega, Dinamarca, Países Baixos, Bélgica, Mônaco, Luxemburgo e Liechtenstein.
São os países mais desenvolvidos e com melhor distribuição de renda e qualidade de vida para seus habitantes da atualidade.

3) Mas e quanto a Arábia Saudita, Oman, Brunei, Butão, Suazilândia e outros ?
São monarquias, mas não parlamentaristas. A maior parte são absolutistas ou semi-absolutistas e não são consideradas exemplos a serem seguidos por nenhum monarquista sério.

4) É verdade que a Igreja Católica é uma monarquia ?
De fato, a Santa Sé, cujo Estado é o Vaticano, é uma monarquia, mas se trata de um caso especial: é uma monarquia eletiva. Mas é assim por motivos óbvios, visto que Papas são celibatários e assim não podem surgir Dinastias.

5) A Monarquia é anti-democrática ?
Depende de quais monarquias você está se referindo. Como foi explicado nos itens anteriores, podem existir monarquias absolutas como a Arábia Saudita ou monarquias constitucionais parlamentaristas extremamente desenvolvidas, modernas e democráticas como a Suécia.
O movimento monarquista deseja seguir os passos da Suécia, e não da Arábia Saudita.

6) O Imperador pode condenar alguém a prisão, mandar matar, expulsar do país, criar leis ou algo do tipo ?
Não para todas as indagações. Na Monarquia Constitucional Parlamentarista quem julga e condena é o Poder Judiciário, quem cria leis é o Poder Legislativo e quem governa e administra o país é o Poder Executivo.
Ao Imperador, é reservado um papel diferenciado: ele serve como um árbitro entre os outros três Poderes, observando-os e fiscalizando-os, para assim impedir eventuais abusos de seus representantes (Ex.: Um Primeiro Ministro incompetente, um senador corrupto, etc…)

7) E quem fiscaliza o Imperador ?
Digamos, em um caso hipotético e extremamente difícil de ocorrer, que o monarca (o Imperador) se revele uma pessoa de comportamento e moral duvidosos, que abuse de suas prerrogativas ou algo do tipo.
Há uma maneira de retirá-lo do cargo: a Assembléia Geral (O Parlamento, composto por Senadores e Deputados eleitos pelo povo brasileiro) poderia destituí-lo de sua posição, num processo praticamente idêntico ao “impeachment” de um presidente da República. Após isso, ele nunca mais voltaria ao cargo, teria perdido para sempre o direito ao trono. E cabe à Assembléia Geral escolher o novo Imperador no caso deste não ter descendentes.

8 ) O Imperador fiscaliza os outros três poderes, então isso significa que ele possuirá um Poder para si ? Como assim ? Está se referindo ao Poder Moderador ?
Exato.

9) Mas o Poder Moderador é absolutista !
Não, é aí que você se engana.
Esta concepção errônea do Poder Moderador é fruto de propagandas enganosas que duram até os dias de hoje, mas que não revelam a verdade.
O Imperador do Brasil no século XIX (1822 - 1889) tinha prerrogativa para:
- Dissolver o Parlamento e convocar novas eleições.
- Nomear o Presidente do Conselho de Ministros (Primeiro Ministro).
- Perdoar e comutar sentenças judiciais.
- E outras prerrogativas.
A primeira vista, tem-se a impressão de que o monarca possui poder até demais, sendo que não se trata de um absolutismo disfarçado, e sim de uma maneira de fiscalizar os outros três poderes em prol da nação.
E mais: os países europeus que são monarquias parlamentaristas da atualidade, como o Reino Unido da Rainha Elizabeth II e a Espanha do Rei Juan Carlos I, permitem a seus monarcas que possuam poderes praticamente idênticos aos dos imperadores brasileiros, inclusive cada umas das prerrogativas que foram citadas acima.
Isso mesmo: os países mais ricos, avançados, desenvolvidos, com melhor distribuição de renda e mais democráticos, permitem que seus monarcas possuam essas prerrogativas que no Brasil é considerado absolutismo.
Mas não se trata de absolutismo e nem nada do tipo.

10) E quanto ao Imperador nomear os Senadores ? Não era isto que ocorria no Império ?
Na época do Império, os cidadãos que tinham a capacidade para votar, escolhiam seus representantes através dos candidatos existentes, como qualquer eleição.
Dos três candidatos mais votados, caberia ao Imperador escolher um deles para tornar-se o mais novo senador vitalício da província (estado).
Figuras históricas vistas como verdadeiros estadistas e heróis naquela época e ainda nos dias de hoje, tais como o Duque de Caxias, o Marquês de Paraná, o Visconde do Rio Branco e outros se tornaram senadores desta maneira.
O Imperador Dom Pedro II, conhecido por sua honestidade, zelo e senso de dever perante a nação, sempre fez questão de escolher as melhores pessoas para o cargo.
No entanto, o movimento monarquista não propõe o retorno desta forma de eleição para Senador e nem sua vitaliciedade: os senadores deverão ser eleitos diretamente pelo povo brasileiro para um mandato com prazo pré-definido, como os atuais oito anos.
11) E se o Império retornar, o Brasil vai deixar de ser uma federação ? O Catolicismo voltará ser a religião oficial ?
Não e não. O Brasil continuará ser uma federação e o Estado não terá religião oficial.

12) Voltaremos a ter nobreza ?
Aparentemente, sim.
13) Mas por que criar classes diferenciadas ? Não seria isso anti-democrático ?
A existência de uma nobreza no Brasil não significaria a diferenciação das pessoas em classes distintas.
No Brasil, os títulos de nobreza eram puramente honoríficos, e não eram hereditários. Serviam como prêmios, de certa maneira. É uma forma de reconhecer os préstimos que uma pessoa fez em benefício da nação.
Não temos os costumes de entregar medalhas ou prêmios para as pessoas que se saíram particularmente melhor que outras em algo ? Assim funciona a nobreza no Brasil, trata-se de uma Meritocracia, e não uma Aristocracia, pois o seu valor é reconhecido pelo seu mérito e não por sua origem.

14) A Monarquia é de direita ou de esquerda ?
Nenhum dos dois. A Monarquia é uma forma de governo e por esta razão, ela é por natureza, até mesmo como a própria República, neutra. No entanto, os partidos que estarão no poder governando o país é que possuirão alguma tendência ideológica, mas não a Monarquia em si.
15) Então isso significa que na Monarquia ainda existirão partidos de direita, centro e de esquerda ?
Exato.
16) E o Imperador é de direita ou de esquerda ?
Ele deve ser obrigatoriamente neutro, sem favorecer nem este e nem aquele partido, mas tem por obrigação defender os interesses da Nação.
Digamos que o monarca, como pessoa, em seu íntimo, é contra o aborto, mas através de um plebiscito, o povo brasileiro decide legalizá-lo: o Imperador mesmo contrário, não poderá se opor, pois é à vontade da Nação e nem deverá atuar contra.

Porquê defender a Monarquia no Brasil ?

Monarquia: mais honesta, menos demagógica


A Demagogia é a regra da política, principalmente na república. Todos os políticos republicanos alegam defender os princípios mencionados abaixo:
a) “O bem do povo”;
b) “A democracia“;
c) “O Desenvolvimento econômico”;
d) “Políticas sociais”
e) Os “direitos humanos”
Tudo isso enche os discursos dos políticos, mas não passa de papo furado. Qualquer um já sabe.
Esses jargões fazem parte daquele blá, blá, blá que todos estão enfarados de escutar sempre que há eleições ou quando os políticos estão no palanque. Por mais que isso seja alcançado pelas monarquias com mais eficiência que nas repúblicas, não é a busca desses objetivos que a faz funcionar melhor. A monarquia tem motivos mais sólidos, mais sinceros, mais reais em todos os sentidos.

Vença os preconceitos

Com certeza você já ouviu muita coisa ruim sobre a monarquia. Mas você alguma vez já parou para pensar se elas eram mesmo verdadeiras ?
Existem 11 grandes mentiras sobre a monarquia no Brasil. São Elas:
1- A monarquia desrespeita o sufrágio universal;
2- A hereditariedade do Rei é um privilégio que torna os homens desiguais;
3- Liberdade só existe na república;
4- Monarquias são anti-democráticas;
5- Presidente é mais acessível que o Rei;
6- República custa mais barato que a monarquia;
7- Monarquia era a favor da escravidão;
8- A Monarquia é retrógrada, ultrapassada, contra o progresso e a industrialização;
9- A Monarquia favorece a religião Cristã Católica;
10- O povo escolheu a república no plebiscito de 1993;
11- A corrupção política nasceu na Monarquia.
Essas são as principais mentiras sobre a Monarquia no Brasil. Se você acredita em alguma delas, recomendamos ler o artigo: As 11 maiores mentiras da república no Brasil. Você ficará impressionado !

Pessoas normais não aceitam ilicitudes como "vantagem"

O rei não ganha nada com corrupção, pelo contrário, só perde. Não só perde dinheiro, como perde poder. E esses fatores são poderosos motivos para que o monarca se disponha a combater pessoalmente a corrupção.
Já na república, dá-se o inverso. A corrupção é a fonte financiadora das riquezas pessoais e das eleições políticas. Pedir ao político republicano que a combata, é pedi-lo para não se enriquecer e não conseguir o dinheiro que ele precisará para financiar a próxima eleição. Isso sim é utopia !
É por isso que as monarquias são mais honestas que as repúblicas. Quando o Rei é uma pessoa normal, ele objetiva enriquecer a Nação. Para atingir essa finalidade, ele faz o que deve ser feito e todos ganham com isso. Na república, especialmente a presidencialista, quando o presidente busca se enriquecer e ficar mais poderoso, todos perdem…
Veja o Ranking da Corrupção Global 2011. Monarquias são mais honestas, repúblicas mais corruptas. É estatístico.

Projetos de longo prazo são favorecidos pela Monarquia

Numa monarquia, os projetos de longo prazo tem mais probabilidade de serem feitos. É interesse pessoal do monarca que sua dinastia fique no poder. E, claro, como o “dinheiro é dele e do povo”, ele pensa duas vezes antes de gastá-lo. Já na república, para quê acabar obras e deixar a casa em ordem para o partido inimigo ? Para quê pensar duas vezes antes de gastar o “dinheiro dos outros” ? Para que planejar o país daqui a 50 anos se o que interessa é a próxima eleição ?
Na república, falta interesse pessoal do Chefe de Estado para que haja um planejamento para questões que só podem ser resolvidas a longo prazo. Por isso, a saúde, a educação, a segurança pública, a previdência, os transportes, o meio ambiente e outros que demandam anos de planejamento simplesmente são adiados. Para  uma república, apenas a próxima eleição interessa, apenas o mais imediato. Projetos mais amplos são considerados problemas para serem resolvidos no futuro, um futuro que nunca irá chegar, pois todos os chefes de Estado só pensam na próxima eleição…
Já nas monarquias, o Rei cobra ação dos parlamentares e dos ministros responsáveis porque é a cabeça e o bolso do rei que estão em jogo. Mais uma vez, o interesse pessoal – considerado um “demônio” por muitos, é o que torna o Rei muito mais responsável, previdente e estrategista do que qualquer presidente republicano “bem intencionado”.
Violência nas ruas e traficantes fechando o comércio não deixam reis ricos e poderosos. Por isso os reis tem interesse pessoal na melhora da segurança pública, ele quer que o comércio flua com tranquilidade porque isso  torna a nação mais rica e poderosa. Já nas repúblicas, a violência é problema seu, não dos políticos. E mais: os políticos ganham muito dinheiro com empresas de segurança privada e seguros. Ou seja: eles não tem interesse que o problema seja resolvido porque eles ganham muito dinheiro com a violência.
Se o presidente administra mal, a conta fica para o povo pagar. O presidente não responde por isso. Por pior que ele tenha sido, um ex presidente jamais responde pelas trapalhadas que fez enquanto governava. Já o Rei é diferente. Se ele errar, é ele quem paga, é o trono dele que está em risco, é ele quem pode perder a coroa. Por isso o Rei é muito mais responsável que um presidente.


Planejamento: Monarquias pensam no futuro, planejam a longo prazo porque o cetro precisa ser passado para os descendentes do monarca. Já a república se limita "à próxima eleição". As grandes decisões vitais para o país sempre ficam em segundo plano, salvo se render algum dinheiro ou apoio político agora...


Miséria não faz Nações poderosas, mas na república compra votos de forma descarada

Miséria, doença e ignorância popular não fazem nações ricas e prósperas.
Pense nisso e começará a compreender o porquê os monarcas têm interesse pessoal em combater essas coisas. Não fazem isso porque querem o  apenas "o bem do povo”, mas porque, assim como você, querem uma nação forte e próspera.
Já na república é bem diferente: a miséria é ótima para comprar votos. O que seria dos políticos corruptos do Nordeste sem a miséria do Nordeste ? Pense nisso e entenderá o porquê os políticos não resolvem esse problema. Há 10.000 anos, sem computador e outras sofisticações, os egípcios plantavam no meio de um deserto de areia. Qual é o problema do Nordeste ? Não é falta de tecnologia nem de terra boa. O problema é a república presidencialista, a miséria gera muita renda para os políticos espertalhões.
Além disso, a miséria é ótima para comprar votos. Ela forma currais eleitorais. Alguns comprados ilicitamente com promessa de baldes de água, sacos de cimento, dinheiro e etc. Outros já são comprados dentro da lei com o bolsa-família, o bolsa telefone, o bolsa isso, o bolsa aquilo, e os festejos populares como o Carnaval, a Copa do Mundo e por aí vai.

Burrice, ignorância e programas alienadores, como reality shows, são as melhores armas para manter o povo “domesticado” para votar nos candidatos que aparecerem mais “bonitos” na televisão. Tem mais: não há “oportunidade” melhor de fraudar obras públicas do que em mega obras de construções. Muitas delas são feitas pela metade já com o intuito maquiavélico de garantir um bom motivo para desviar mais verbas para elas posteriormente…
Falta de educação e miséria são as molas da república. Os políticos ganham rios de dinheiro com isso. É utopia esperar que eles façam algo para mudar o que os enriquece e os tornam poderosos. Já o Rei e a Nação não ganham nada se o povo for inculto e miserável. Por isso, as monarquias investem mais em educação e no bem estar das pessoas.
E mais: dinheiro mal gasto numa monarquia, é dinheiro do rei e do povo mal gasto. Ele não quer isso ! Dinheiro mal gasto na república, é dinheiro dos outros que é desperdiçado (seu dinheiro). E quem se importa com dinheiro dos outros ? Ninguém !

Estaticamente, a Monarquia supera a república de goleada. Veja:

- Honestidade:

Dos 10 países mais honestos do planeta em 2011 e 2012, 7 são monarquias. 70% do ranking. Apenas 3 são repúblicas.
Resultado semelhante, ocorreu também em 2010 e nos anos anteriores.      

- Desenvolvimento Humano:
Dos 10 países com melhor Índice de Desenvolvimento Humano, 7 são monarquias. Os outros são repúblicas.
Dos 10 países com menor Índice de Desenvolvimento Humano, todos são repúblicas, 8 presidencialistas e 2 semi-presidencialistas.
Duvida ? Então veja o Índice de Desenvolvimento Humano – IDH 2011 e comprove.


Conclusão:

Se você gosta de ser um otário, seja republicano, os políticos corruptos lhe agradecem.

sábado, 1 de junho de 2013

Nossa Ideologia.

Adquirimos consciência da verdadeira balbúrdia moral a que fomos submetidos, como brasileiros, por mais de 120 anos. Os valores e sentidos de Ética e Moral como as bases de nossa sociedade foram invertidos, descaracterizados, perderam valor. Quando a Monarquia guiava o Povo Brasileiro havia sentido pleno e cosnciência de nosso dever. Nós lutamos para reestabelecer todos os Princípios e Virtudes Morais ofuscados e impiedosamente deturpados no dia 15 de Novembro de 1889 e não somos levados a apelar para a Mentira, pois temos a Voz da História gritando aos nossos ouvidos, ansiando ser proclamada!